Duofel | Bate-Papo

18 de Junho de 2012

Tudo começou com uma intensa pesquisa rítmica que explorava a percussividade do nosso modo singular de tocar o violão, mas que se potencializa com a pesquisa de timbres. ?Timbre é a cor do som. O Duofel, então, pinta o Brasil com as cores do mundo. Nas mãos de Luiz e Fernando, o violão brasileiro soa como órgão, teclado sintetizado, guitarra elétrica, violino, gaita, violoncelo, flauta andina, gaita escocesa e muito mais. De repente, dois violões se transformam numa orquestra multicultural que tocam qualquer música de qualquer parte do planeta de uma maneira brasileiríssima.?? Duofel é uma tempestade, uma rajada de vento que sacode o público. Não há como ficar indiferente às suas consequências sobretudo, no que diz respeito às novas gerações de músicos que ouvindo o Duofel tomam um banho de inventividade, se encharcam de criatividade.

Perguntas

  1. Trinta e quatro anos juntos. Ainda é necessária a prática diária?
  2. Nessa última música, usando ela ainda como referência, quando você pega a varetinha para tocar me lembra muito o som de rabeca. No começo era isso mais ou menos, que vocês estavam procurando?
  3. O que orienta a criatividade melódica do Duofel? Passando por compositores de tal qualidade e variedade. De Tom a Gismonti, Adoniran e Renato Teixeira...
  4. Hoje vocês estão usando um violão de doze e três violões de seis cordas, é isso?
  5. Como faz para ensinar uma música do Duofel para alguém?
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Programação SescTV

31 de Março

  • 05:00Instrumental Sesc Brasil - DJ Hum e Expresso do Groove
  • 09:30Passagem de Som - Amaro Freitas
  • 10:00Instrumental Sesc Brasil - Amaro Freitas
programação completa