Duofel | Entrevista

18 de Junho de 2012

Tudo começou com uma intensa pesquisa rítmica que explorava a percussividade do nosso modo singular de tocar o violão, mas que se potencializa com a pesquisa de timbres. ?Timbre é a cor do som. O Duofel, então, pinta o Brasil com as cores do mundo. Nas mãos de Luiz e Fernando, o violão brasileiro soa como órgão, teclado sintetizado, guitarra elétrica, violino, gaita, violoncelo, flauta andina, gaita escocesa e muito mais. De repente, dois violões se transformam numa orquestra multicultural que tocam qualquer música de qualquer parte do planeta de uma maneira brasileiríssima.?? Duofel é uma tempestade, uma rajada de vento que sacode o público. Não há como ficar indiferente às suas consequências sobretudo, no que diz respeito às novas gerações de músicos que ouvindo o Duofel tomam um banho de inventividade, se encharcam de criatividade.

Perguntas

  1. A gente começou falando do repertório, ou seja, da estréia desse novo projeto de vocês, que é o de tocar canções brasileiras. Vamos falar um pouco disso?
  2. Como foi escolher esse repertório? Porque tem só clássicos aqui, mas de vários Gêneros e épocas...
  3. Como vocês trabalham o arranjo? Vamos pegar uma música bastante conhecida, "Tropicália", por exemplo, como vocês trabalham isso transposto para o violão?
  4. Como funciona o improviso na hora de tocar? Funciona ainda até hoje no palco? Vocês obviamente, têm um jeito de tocar "Disparada", mas pode sair diferente de acordo com a conversa de vocês?
  5. Como começou essa história de tocar o violão de um jeito diferente, para cada um de vocês?
  6. O Tom Zé fala sempre que essa coisa do palco que ele tem, de fazer muita cena, é porque ele, na verdade, não sabe cantar. Vocês têm alguma coisa nesse sentido do violão? Claro que o violão erudito está muito longe do que vocês fazem, ao mesmo tempo, e isso já aconteceu, podemos ter o Duofel numa sala de concerto...
  7. Vocês não estão dentro de uma escola, tem todas as escolas dentro desses violões... Tem flamenco, erudito, samba, baião. Forró, tem tudo isso... É uma formação muito de ouvido, não?
  8. Agora, e as diferenças entre os violões?
  9. O Duofel tem partituras das coisas que faz?
  10. São quantos anos de parceria?
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Programação SescTV

24 de Fevereiro

  • 06:00Intrumental Sesc Brasil - João Paulo Amaral e Almir Côrtes
  • 10:30Passagem de Som - Bocato
  • 11:30Passagem de Som - Vera Figueiredo
  • 16:30Passagem de Som - Cristovão Bastos
  • 17:00Intrumental Sesc Brasil - Cristovão Bastos
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